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quinta-feira, 31 de julho de 2008

História da Legião Urbana


No início da história da banda Legião Urbana, bem no começo, estava o punk. Como nenhum começo é absoluto (o que existia antes do começo?), o punk era um princípio, digamos assim, arbitrário. Outros começos poderiam ser válidos: não seria absurdo citar as "Sun Sessions" de Elvis ou os gritos de "Love Me" dos Beatles como pontos de partida "alternativos". Mas foi o do-it-yourself, que está na base estética/política do punk, que motivou o aparecimento de um "movimento" de rock em Brasília no final dos anos 70, do qual saiu o banda Legião Urbana.

Ser punk em Brasília não era exatamente um ato de rebeldia. Impossível ser apenas rebelde quando se conhece, de cor e salteado (como os punks brasileiros conheciam), a história dos Sex Pistols. A rebeldia já tinha sido desmistificada como mais uma estratégia de marketing necessária para o bom funcionamento da Industria Cultural. Malcom McLaren apenas tornou evidentes os mecanismos de produção de ídolos rebeldes. Depois dos Sex Pistols, a rebeldia sem causa não deveria ter nenhum futuro. O que restava era a desilusão, e a possibilidade de ti- rar proveito de uma sociedade que precisa de ilusão (incluindo ídolos rebeldes) para sobreviver.

O "no future" dos punks acabou se mostrando cheio de consequências e de diferentes futuros. A cena pop internacional passou a funcionar na base de estilhaços de novos "movimentos" (muitos deles, seguindo o exemplo da turma dos Sex Pistols, apenas produtos de releituras ou revivals de momentos anteriores da história do rock), todos com direito aos seus 15 minutos de fama e hits. No primeiro dia de 1985, data em que a Legião Urbana lançou seu primeiro disco, o punk já era uma lembrança remota, o "New Wave" já havia se tornado um passado comprometedor, Ian Curtis já tinha se suicidado há quase 5 anos e o "Hardcore" já se cansava da tentativa desesperada de levar a rebeldia do punk a sério. A música da Legião Urbana só podia refletir esse fragmentado estado criativo, onde não existe mais qualquer cartilha a ser seguida e onde toda nova banda está condenada a reinventar, seguindo o exemplo dos Sex Pistols, sua própria história do pop.
Muitos pontos de vista musicais convivem em cada faixa. Muitas vozes conflitantes cantam cada letra. A Legião Urbana inaugura nesse disco todos os procedimentos poéticos que serão desenvolvidos nos próximos lançamentos. Muitas vezes quem canta é um personagem, que pode citar outros personagens. Outras vezes são contadas histórias sem que se saiba quem está no comando da narrativa. Não existe uma visão de mundo privilegiada, não existe ideologia unida, não existe futuro para quem não acredita em futuro

História do grupo Montana Country

O grupo Montana Country, foi fundado com iniciativa de reunir alguns amigos, começaram dando aulas de dança para umas quarenta pessoas entre todas as idades e sexo, principalmente pessoas que freqüentavam o Caipira Country II (casa noturna de Campinas na época), com o apoio dos proprietários Chico e Altadir.

Após um período de seis meses de aulas gratuitas, foram feitas seleções dos melhores que se destacaram nos ensaios, apartir daí surgiu o grupo Montana Country, sempre dando espaço para talentos o grupo foi desenvolvendo seus trabalhos por toda a região de Campinas onde tivesse música country ou sertaneja. Lá estava o grupo dançando e fazendo amizades por onde passava, Campinas, Americana, Jaguariuna, Nova Odessa, Sumaré, Capivari, Limeira, Olímpia, Nova Granada, Palestina, Alterosa, Guaxupé, São João da Boa Vista, Itatiba, Valinhos, Vinhedo, Catanduva, leme, Araras, Paulinia, Conceição, Aparecida do Norte, Sta Barbara do Oeste, Barretos e outras cidade

Desde o começo de sua história lutou muito para conseguir o seu espaço e perseverar, levando-se em conta de que é O Montana Country mais distanciado geograficamente dos outros. Mas graças a perseverança e o espírito de nunca desistir, e não ter medo de recomeçar é que o Montana DF foi crescendo, solidificando, amadurecendo e criando laços de amizade.

Hoje em dia é considerado uma das potências de Brasília e entorno, sempre presente em todas as festas.

O Montana Franca surgiu do grupo American Country Show, que com as idas em concursos de Dança country conheceram o Montana Campinas. Sempre mantendo contato e laços de amizade o grupo de Franca sempre recebeu o convite para ser mais um Montana, apesar de que eles sempre foram considerados como tal.

Em meados de Novembro de 2005, eles resolvem adotar de vez o nome da comitiva, se tornando uma dos filhos mais novos da comitiva, mas de currículo invejável e longa experiência.

Em 2002, o Montana Country de Campinas fazia uma participação em um concurso de dança, e formou uma grande amizade com um grupo de amigos que estava por lá dando apoio e incentivo ao máximo.

Com isso, após algumas conversas, surgiu então elos maiores de amizade, e então sem dúvida aí Nascia o Montana country de São Paulo.

Música country no Brasil – Como no país não existe a figura do caubói da maneira que foi concebida nos EUA, predomina aqui a representação do vaqueiro, de perfil menos conquistador e aventureiro, e mais pacífico. No entanto, a música típica do vaqueiro brasileiro dos sertões aproxima-se mais da música caipira, da moda de viola e da música regional, com influência de toadas, cocos, emboladas e da música paraguaia. Músicos brasileiros sertanejos incorporam a figura típica do caubói norte-americano mais acentuadamente nos anos 80, como reflexo do renascimento da música country norte-americana. Cantores e duplas sertanejas como Xitãozinho & Xororó e Leandro & Leonardo assimilam o perfil musical e o figurino norte-americano. Alguns gravam discos em Nashville e fazem parceria com nomes de expressão da atual música country norte-americana

terça-feira, 29 de julho de 2008

Caetano Veloso

Considerado uma das figuras mais importantes da música popular brasileira, nasceu no interior da Bahia e começou a cantar e tocar violão em Salvador, aonde foi estudar, ao lado da irmã, a também cantora Maria Bethânia. Se interessa por bossa nova e principalmente João Gilberto.

Nos anos 60 conheceu Gilberto Gil, Gal Costa e Tom Zé, e juntos começaram a fazer espetáculos e shows. Em 1965 Maria Bethânia é chamada para substituir Nara Leão no espetáculo "Opinião", no Rio de Janeiro, e Caetano a acompanha. No mesmo ano é lançado seu primeiro compacto, com "Cavaleiro" e "Samba em Paz".

Nos anos seguintes participa dos festivais de música popular e compõe trilhas de filmes. Em 1967 sai o primeiro LP, "Domingo", com Gal Costa. No ano seguinte encabeça o movimento tropicalista e lança o disco "Tropicália ou Panis et Circensis" ao lado de Gil, Gal, Tom Zé, Torquato Neto, Rogério Duprat, Capinam, Nara Leão.

No III Festival Internacional da Canção, em 1968, sua música "É Proibido Proibir" leva uma estrondosa vaia e é desclassificada, provocando reação indignada do compositor e cantor.

Em 1969, depois de ser preso pela ditadura militar, parte para o exílio político na Inglaterra, onde compõe canções como "London, London" e "Como Dois e Dois" e lança discos.

Volta ao Brasil em 1972 e faz show em várias cidades do Brasil e nos anos seguinte começa a atuar também como produtor.

Em 1976 Caetano, Gal, Gil e Bethânia se juntam novamente e formam o grupo Doces Bárbaros, que grava um LP sai em turnê. Nos anos 80 continua gravando e produzindo discos, como "Outras Palavras", "Cores, Nomes", "Uns" e "Velô", e em 86 comanda ao lado de Chico Buarque o programa de televisão "Chico & Caetano", onde cantam e trazem convidados.

Inicia os anos 90 com o sucesso do disco "Circuladô" cuja faixa-título é baseada num poema de Haroldo de Campos, colaborador de longa data. Logo em seguida, "Tropicália 2" refaz a parceria Caetano-Gil.

Em 1997 sai o primeiro livro de Caetano, "Verdade Tropical", um relato pessoal sobre sua visão de mundo. Seu disco "Livro", de 1998, ganhou o prêmio Grammy em 2000, na categoria World Music.

Nos anos 80, cresce a popularidade de Caetano Veloso fora do Brasil, especialmente em Israel, Portugal, França e Africa.

Em 2004, ele foi considerado um dos mais respeitados e produtivos pop-stars latino-americanos no mundo, com mais de cinquenta discos disponíveis, incluindo canções em trilhas sonoras de filmes como "Hable con Ella" (Fale com Ela), de Pedro Almodovar, e "Frida".

Em 2002, Veloso publicou um livro sobre o movimento da Tropicália, "Tropical Truth: A Story of Music and Revolution in Brazil" (Tropicália: Uma Estória de Música e Revolução no Brasil).

Em 2003, Caetano lança “Muito Mais”, seu primeiro DVD - Áudio, que foi bônus da caixa comemorativa de 35 anos de carreira. O DVD reúne grandes sucessos do artista escolhidos pelos fãs por meio da internet. Seu primeiro CD em Inglês, foi "A Foreign Sound" - "Um som Estrangeiro" (2004), no qual interpretou "Come as You Are", música da banda Nirvana, bem como outras canções famosas. Cinco das seis canções de seu terceiro álbum "Caetano Veloso", realizado em 1971, também foram cantadas em inglês.

Atriz Solange Couto tira a roupa após tentar entrar em banco

A atriz Solange Couto ficou de calcinha na porta de uma agência bancária, no Rio, na tarde de segunda-feira (28), depois de ser barrada quatro vezes na porta giratória. Segundo a atriz, ela perguntou ao segurança o que ela precisava fazer para entrar, depois que todos os seus pertences já estavam na caixa de objetos do banco, e ele a teria mandado tirar a roupa.


"Estava com um monte de coisas na bolsa e, por isso, fui direto depositar as coisas na caixa, continuou travando e abrir a bolsa, também não resolveu. Perguntei o que tinha que fazer para entrar e o segurança respondeu: 'tira a roupa'", conta Solange.

Irritada, ela lembra que tirou a bermuda e antes de tirar a blusa perguntou se teria que fazer aquilo mesmo. "Ele me olhou com desdém e virou para o lado e, quando viu que estava juntando muita gente, entrou", diz a atriz, que afirma ainda ter oito testemunhas do episódio.

O episódio foi registrado na 41º DP (Tanque) e o advogado, Sylvio Guerra, diz que vai entrar com a ação na Justiça na próxima quarta-feira (30).

Paul McCartney circula em público com namorada pela primeira vez

Daily Mail/Reprodução

Paul McCartney e Nancy Shevell chegam à Universidade Yale, nos EUA

Depois de travar uma longa batalha judicial com a ex mulher,no fim de março, e uma semana depois serflafrado com Nancy Shevell, de 47 anos, Paul McCartney, 65, mostrou que o novo namoro pode ser sério. Segundo a edição online do jornal britânico "Daily Mail", o ex-Beatle circulou em público pela primeira vez com a socialite americana, nesta quinta-feira, 29.

Ele recebeu o titulo de doutor pela Universidade Yale, em Connecticut, nos Estados Unidos, por sua contribuição à indústria da música. Porém, durante o evento, Nancy preferiu não ficar muito perto de McCartney.

sábado, 26 de julho de 2008

Djavan

Djavan - Nasceu - 27/1/1949 em Maceió.
Formou o conjunto Luz, Som, Dimensão (LSD), que tocava covers dos Beatles.
Solo - ele gravou "A Voz, o Violão e a Arte de Djavan", com composições próprias.
Sucessos - "Flor de Lis" "Açaí", "Sina" e "Samurai", "Meu Bem Querer", "Oceano", "Faltando um Pedaço", "Esquinas", "Seduzir", "Pétala", "Lilás", "A Ilha", "Fato Consumado", "Álibi", "Azul" e "Cerrado".

Djavan Caetano Viana (Maceió, 27 de janeiro de 1949) é um cantor e compositor brasileiro.

Filho de mãe lavadeira que entoava canções de Ângela Maria e Nelson Gonçalves. Aprendeu violão sozinho na adolescência. Sempre gostou muito de jogar futebol.

Aos dezoito anos, formou o conjunto Luz, Som, Dimensão (LSD), que tocava em bailes de clubes, praias e igrejas de Maceió. No ano seguinte, Djavan largou o futebol e passou a dedicar-se apenas à música.

Em 1973 foi para o Rio de Janeiro onde teve ajuda do radialista Edson Mauro, que o apresentou a Adelzon Alves, que o levou para o produtor da Som Livre, João Mello que lhe deu a oportunidade de gravar músicas de outros artistas para as novelas da Rede Globo: "Alegre menina" (Jorge Amado e Dorival Caymmi), da novela "Gabriela"; e "Calmaria e vendaval" (Toquinho e Vinícius de Moraes), da novela "Fogo sobre terra".

O reconhecimento aconteceu mesmo em 1975 quando participou do Festival Abertura e conquistou o segundo lugar com a música "Fato consumado". Seu primeiro LP foi em1976 tendo a faixa Flor de lis um de seus grandes sucessos. Em 1978 sua música Álibi é gravada por Maria Bethânia, dando nome ao disco de maior sucesso na carreira da cantora.

As músicas de Djavan são conhecidas pelas suas "cores". Djavan retrata muito bem em suas composições a riqueza das cores do dia-a-dia e se utiliza de seus elementos em construções metafóricas que nenhum outro compositor consegue nem mesmo ousar. As músicas de Djavan são amplas, confortáveis chegando ao requinte de um luxo accessível a todos.

Nana Caymm

Nana Caymmi
Nana Caymmi

Filha de Dorival Caymmi e Stella Maris, irmã de Danilo e Dori Caymmi, cresceu numa das famílias mais musicais do Brasil. Começou a cantar ainda muito jovem, adotando desde cedo uma técnica particular para valorizar seu timbre grave. Em 1961 fez uma participação cantando "Acalanto", do pai, e logo em seguida mudou-se com o marido para a Venezuela, passando alguns anos afastada do meio artístico.

De volta ao Brasil, lançou seu primeiro disco, "Nana", pelo selo Elenco do produtor Aloysio de Oliveira, e participou do I Festival Internacional da Canção, obtendo o primeiro lugar em 1966 com "Saveiros" (Dori Caymmi/ Nelson Motta). No exterior, trabalhou com Sarah Vaughan e Sergio Mendes. Nos anos 70 e 80 gravou discos solo, como "Chora Brasileira" (1985) e em parceira com outros músicos, como "Voz e Suor" (1983), ao lado de César Camargo Mariano.

Uma das intérpretes mais expressivas e requisitadas na música brasileira, festejada pela sofisticação de suas interpretações, teve músicas compostas especialmente para ela. Nos anos 90 chegou à lista dos mais vendidos, dedicando-se ao repertório de músicas românticas e boleros, sendo "A Noite do Meu Bem" (1994) e "Resposta ao Tempo" (1998) dois de seus discos mais vendidos. A faixa "Resposta ao Tempo" (Cristóvão Bastos/ Aldir Blanc) foi incluída com êxito na minissérie "Hilda Furacão", da TV Globo. Produzido por José Milton, Nana Caymmi lança “Desejo”, seu álbum de estréia na gravadora Universal. A cantora conta com participações pra lá de especiais neste disco, como o dueto com Zeca Pagodinho na faixa "Vou Ver Juliana", as sobrinhas Alice (em “Seus Olhos”) e Juliana (que compôs a faixa que leva o seu nome) e Ivan Lins. Outro destaque é "Letras do Silêncio", de Marcos Valle e Erasmo Carlos.

Em 2003, lança “Duetos”, um álbum que traz uma seleção de canções, em parceria com nomes consagrados da MPB. Como: Emílio Santiago (“Doralinda”), Herbert Vianna (“Hoje Canções”), Agnaldo Timóteo (“Canção de Ninar Neném”) e Beth Carvalho (“As Rosas Não Falam”), entre outros parceiros. Depois de “Duetos”, Nana dá uma pausa para projetos com a família Caymmi.

Em 2004, junto aos irmãos Danilo e Dori, lança “Para Caymmi, de Nana, Dori e Danilo: 90 anos”, em comemoração aos 90 anos de seu pai, Dorival Caymmi. Neste mesmo ano, o CD dá origem a um DVD homônimo. Em “Até Pensei...”, de 2005, a cantora traz seus grandes sucessos com um repertório de músicas românticas e boleros. O álbum apresenta 14 canções, sendo que uma delas, a faixa-título “Até pensei” integra a trilha sonora da novela “América”.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Luiz Caldas

Luiz CaldasApareceu no cenário musical no carnaval de 1986 com a música "Fricote", que designou também um ritmo próprio e uma coreografia que se estabeleceram primeiro na Bahia e depois no resto do país, como uma espécie de balão de ensaio da axé music que tomaria o mercado. O primeiro disco que ultrapassou as 100 mil cópias foi "Magia", seguido por "Flor Cigana" (1986). O fricote (também conhecido como "deboche"), se tornou uma mania passageira de verão, caindo logo no esquecimento. Seu inventor, no entanto, lançou ainda vários outros discos até os anos 90, juntando referências pop a ritmos de reggae, caribenhos, samba e axé.

'Mestres' da guitarra ganham músicas em 'Guitar hero 3'

Os guitarristas Joe Satriani, Steve Vai e Buckethead são os novos artistas com músicas no game "Guitar hero 3".

O pacote "Guitar virtuoso", que traz uma música de cada guitarrista, estará à venda a partir desta quinta (24) nas lojas on-line do Xbox 360 e do PlayStation 3.

O lançamento inclui "Surfing with the alien", de Satriani, "For the love of God", de Steve Vai, e "Soothsayer", de Buckethead.

A venda de músicas on-line tem sido a estratégia usada por "Guitar hero" e pelo concorrente "Rock band" para aumentar o repertório original que acompanha o jogo. Nesse gênero de game, o jogador usa um controle especial em formato de guitarra para tocar músicas enquanto as notas surgem na tela.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Tom Jobim




Tom Jobim morreu no dia 8 de dezembro de 1994, aos 67 anos, em Nova York. Jobim foi o inventor da bossa nova e o mais expressivo compositor da música popular brasileira, criador de clássicos como "Garota de Ipanema" e "Águas de Março".

Suas composições incorporaram à música brasileira influências do jazz americano e da música clássica, especialmente de Debussy e Villa-Lobos, com quem Jobim foi freqüentemente comparado no início da carreira.

Sua primeira música gravada foi "Incerteza", em 1953, parceria com Newton Mendonça (com quem mais tarde comporia "O Desafinado"), mas o primeiro sucesso só aconteceu no ano seguinte, com "Tereza da Praia", parceria com Billy Blanco, interpretada em dueto por Dick Farney e Lúcio Alves.

Em 1956, Jobim musicou a peça "Orfeu da Conceição", de Vinicius de Moraes, trabalho que inaugurou uma das mais férteis parcerias da música brasileira. O sucesso "Se Todos Fossem Iguais a Você" é dessa peça.

Em 1958, o compositor gravou o disco considerado o marco inicial da bossa nova, "Canção do Amor Demais", com a cantora Elizeth Cardoso. Nesse disco, em que João Gilberto aparece apenas como violonista em algumas faixas, surgem já as primeiras harmonias e orquestrações mais tarde consagradas pelo gênero que se tornou sinônimo de Brasil no exterior.

Apesar de grande cantora, Elizeth estava ainda demasiadamente presa à tradição interpretativa derramada do samba-canção para levar a cabo as inovações que a bossa nova exigia. No mesmo ano, é relançada em compacto a faixa "Chega de Saudade", de "Canção do Amor Demais", em gravação de João Gilberto, com sua voz contida e violão sincopado. E é nessa gravação que se pode ouvir a bossa nova já em plena forma.

Em 1962, Tom Jobim fez sua primeira viagem aos EUA para apresentar um espetáculo de bossa nova no Carnegie Hall, em Nova York. O show causou grande comoção entre músicos americanos, que se apressaram a aderir ao movimento.

Nos anos seguintes, figurões como Frank Sinatra, Quincy Jones, Stan Getz, Cannonball Adderley, Dave Brubeck, Paul Desmond e até Elvis Presley se aventuraram com graus de sucesso variáveis no terreno do "brazilian jazz", nome pelo qual o gênero inventado por Jobim é também conhecido nos EUA.

As célebres colaborações de Jobim com Getz no disco "Getz/Gilberto", de 1963, que traz a primeira gravação de "Garota de Ipanema", e com Sinatra, em 1967, colocaram o nome do compositor brasilero entre os grandes da música internacional. O disco "Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim" foi o segundo disco mais vendido nesse ano nos EUA, onde o carioca chegou a ser chamado de "Gershwin brasileiro".

Durante a década de 70, a música de Jobim passou a refletir uma maior influência de compositores clássicos, especialmente Villa-Lobos, em composições instrumentais de discos como "Matita Perê" e "Urubu".

Mas a canção popular continuou sendo de importância central na obra do compositor, que, na mesma época gravou ótimos discos em parceria com as cantoras Elis Regina e Miúcha e o músico Edu Lobo.

Em 1987, o compositor lançou "Passarim", que traz, além da faixa-título, a melancólica "Anos Dourados", que entrou na trilha do seriado homônimo da Globo, e "Gabriela", em que o compositor desenvolve, como numa suíte clássica, o tema da canção "Modinha para Gabriela", de Dorival Caymmi. Essa música foi trilha da versão cinematográfica do romance "Gabriela", de Jorge Amado.

"Antonio Brasileiro", seu último disco, foi lançado em 1994, e conta com a participação do cantor inglês Sting na regravação de "Insensatez". O disco traz também "Piano na Mangueira", parceria com Chico Buarque.

Jobim morreu no dia 8 de dezembro 1994, em Nova York, no hospital Mount Sinai, durante uma angioplastia. Seu corpo foi enterrado no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

João Gilberto, Roberto Carlos e Caetano Veloso.

Os artistas João Gilberto, Roberto Carlos e Caetano Veloso se apresentarão no mês de agosto no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, em comemoração aos 50 anos da Bossa Nova.

Maria BethâniaNascida em Santo Amaro da Purificação (BA), cantava desde pequena, com outros da família, e pensava em ser atriz. Em 1960 foi para Salvador terminar os estudos, e passou a freqüentar o meio artístico, ao lado do irmão Caetano Veloso.

Três anos depois estreou na peça "Boca de Ouro", de Nelson Rodrigues, como cantora. Por essa época, Bethânia e Caetano conheceram outros músicos iniciantes: Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, Alcivando Luz e outros. Esse grupo montou, em 1964, os espetáculos "Nós Por Exemplo", "Nova Bossa Velha, Velha Bossa Nova" e "Mora na Filosofia". Na ocasião, Bethânia foi ouvida pela musa da bossa nova, Nara Leão, que a convidou para substituí-la no espetáculo "Opinião", em cartaz no Rio de Janeiro.

Bethânia e Caetano foram para o Rio em 1965, e ela tornou-se conhecida por sua participação no "Opinião", interpretando "Carcará" (João do Vale/ José Cândido), que a marcou como cantora de protesto. Ainda no ano de 1965 gravou seus primeiros discos, um compacto e um LP, com sambas de Noel Rosa, Benedito Lacerda, e músicas de Caetano.

Depois de um breve retorno à Bahia, participou, em 1966 dos espetáculos "Arena Canta Bahia" e "Tempo de Guerra", ambos com direção de Augusto Boal. Também competiu em festivais e cantou em teatros e casas noturnas no Rio e São Paulo, tornando-se nacionalmente conhecida. Com mais de 30 discos gravados ao longo de sua carreira, dividiu shows e álbuns com Edu Lobo, Chico Buarque e participou do grupo Doces Bárbaros em 1976, ao lado de Caetano, Gil e Gal Costa.

Seu disco "Álibi", de 1978, foi o primeiro de uma cantora brasileira a vender mais de um milhão de cópias, alavancado pelos sucessos de "Negue" (Adelino Moreira/ Enzo Passos), "Explode Coração" (Gonzaguinha), "Ronda" (Paulo Vanzolini), "Sonho Meu" (Dona Ivone Lara/ Délcio Carvalho) e "Cálice" (Gil/ Chico Buarque). Em 86, lançou o LP "Dezembros", que destacava o bolero "Anos Dourados", de Tom Jobim e Chico Buarque.

ANTONIO CARLOS MOREIRA PIRES.

Antônio Carlos Moreira Pires nasceu em Ituaçú BA em 08 de Julho de 1947. Criado no sertão da Bahia, desde cedo tocava sanfona, que mais tarde substituiu pelo violão e pela guitarra. Em 1966 mudou-se para Salvador BA e entrou em contato com o rock and roll, e também com as criações de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Edu Lobo. Arranjou emprego num banco, e em noitadas de violão na própria pensão onde morava, conheceu Paulinho Boca de Cantor e Luís Galvão, com os quais criaria o grupo Os Novos Baianos, que estreou em 1968.

Em 1975 deixou o grupo para seguir carreira individual. A partir dessa época, foi um dos responsáveis pela afirmação e pelo crescimento do Carnaval de rua em Salvador. Em 1976 fez grande sucesso no Carnaval baiano, como cantor do Trio Elétrico de Dodô e Osmar. Lançou em 1978 Pombo correio, que se tornou grande êxito carnavalesco nacional. A partir de 1983, passou a desenvolver o Projeto Brasil, uma série de shows pelas capitais do pais, com repertório carnavalesco, frevos e marchas como Grito de guerra e Festa do interior. Nessa época, decepcionado com a organização do Carnaval de Salvador (excesso de turistas, perda de autenticidade em favor do espetáculo etc.), começou a orientar seu trabalho de compositor e intérprete para um caminho mais acústico e com mais integração entre o erudito e o popular. Dessa nova vertente saíram dois discos: O Brasil tem concerto e Morais Moreira acústico. Em 1991 lançou o disco Cidadão, com destaque para Leda, parceria com Paulo Leminski. Lançou em 1993 o disco Terreiro do mundo, destacando-se Agradeça ao Pelo (com Neguinho do Samba).

Comemorou 50 anos de idade em 1997, com o CD Estados, que incluiu o sucesso Sinal de vida. Lançou também pela Virgin o CD 50 Carnavais, com sete inéditas e cinco regravações de antigos sucessos. Entre suas principais composições estão: Que papo e esse e Cidadão (com Capinam), Arco- íris (com Sivuca e Glorinha Gadelha), Rádio Cidadão (com Fred Gois), Estado de graça (com Armandinho), Meninas de Minas Gerais (com Tony Costa e Guilherme Maia), Os carapintadas e Festa do interior (com Abel Silva), Forro do ABC (com João Santana), Monumento vivo (com Davi Morais, seu filho, gravada por Daniela Mercury), Acabou chorare, Preta pretinha, É ferro na boneca, De Vera, Colégio de Aplicação e Felicidade no ar (estas seis com Luís Galvão). Entre outros, seus principais interpretes são: Gal Costa, que transformou Festa do interior na musica mais tocada de 1982, Maria Bethânia, Simone, Fagner, Ney Matogrosso, Zizi Possi, Elba Ramalho, Marisa Monte e Daniela Mercury.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

BAIANO E OS NOVOS CAETANOS.

Chico Anísio e Arnaud Rodrigues criaram uma paródia com Caetano Veloso, e os Novos Baianos. No final da década de 60, quando Caetano e Gilberto Gil, foram exilados do país, a trupe de Moraes Moreira,Pepeu Gomes,Baby Consuelo, e Paulinho Boca de Cantor ficou conhecida como Novos Baianos, como eles mesmos se intitularam.

Na televisão, Chico Anísio fazia sucesso com Chico City, onde junto com Arnaud Rodrigues interpretavam diversos personagens. Num desses quadros surgiram Baiano e os Novos Caetanos. O grande sucesso da dupla foi “Vô batê pra tu”. O primeiro disco foi lançado em 1974.

No ano seguinte, 1975, a dupla lançou outro disco do “Baiano e os Novos Caetanos 2”, mas também lançaram outros discos como “Azambuja & Cia” e “Chico Anísio ao Vivo”, onde o humorista fazia um show com textos de Arnaud Rodrigues.

Em 1982 foi lançado o disco “A volta”, creditado a Baiano e os Novos Caetanos. Em 1985 foi lançado o “Sudamérica”, também creditado a Baiano e os Novos Caetanos. Arnaud Rodrigues ainda lançou vários discos solo, como Sound & Pyla”, “Murituri”, e “O som do Paulinho”, Paulinho é o personagem que ele fazia na dupla Baiano e os Novos Caetanos.

No final dos anos 80, Chico Anísio ainda lançou mais um disco com o personagem Baiano. Foi o disco “Baiano e Amaralina”, onde a parte feminina imita a ninguém menos que Elba Ramalho.

Chico Anísio, após o final de Chico Anísio Show, lançou a Escolinha do Professor Raimundo e ficou anos somente com este personagem. Hoje em dia ele se dedica mais a carreira de ator, fazendo participações em cinema, programas infantis e novelas televisivas.

Arnaud Rodrigues continuou com o humorismo na Praça é nossa, onde criou a dupla sertaneja Chitãozinho e Chororó, junto com Marcelo Nóbrega, neto de Manuel da Nóbrega, criador da Praça é nossa e do Carnê do baú.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

AQUARELA DO BRASIL.

Nos anos 30 surgem nomes como Henrique Foréis ( o Almirante ), Carlos Alberto Braga ( João de Barro ) e Noel Rosa, um menino com o queixo defeituoso e que largou da medicina para se tornar um dos maiores sambistas de todos os tempos. Rádio, música, samba e violão não eram atividades de gente decente, daí os apelidos.



Noel de Medeiros Rosa ( 1910 / 1937 ) deixou mais de 250 músicas em somente 7 anos como compositor. Começou a gravar aos 19 anos e morreu de tuberculose aos 26 anos.



Ary Barroso e Carmem Miranda

De um encontro entre Noel e Ismael surge uma nova forma de fazer samba, que misturava o morro e a cidade. Noel contribuiu para uma estruturação do que podemos chamar de samba urbano, que influenciaria compositores como Ary Barroso ( Minas ), Dorival Caymmi ( Bahia ) e mais tarde Chico Buarque, Paulinho da Viola e Martinho da Vila.

Do Estácio surgem nomes como Ataulfo Alves, Wilson Batista e Geraldo Pereira.

Dos anos 30 aos anos 50, o samba experimentou outras nuances,com os nomes de Ary Barroso ( AQUARELA DO BRASIL ) e Dorival Caymmi e Moreira da Silva com o Samba-de-breque, propositalmente concebido com alguns "buracos " a serem preenchidos por um tipo malandro de improviso. A maior parte dos compositores não gravavam suas próprias músicas, ficando a cargo de cantos e intérpretes a divulgação de suas músicas. Temos então nomes como : MÁRIO REIS, ORLANDO SILVA, SILVIO CALDAS, CYRO MONTEIRO, ROBERTO SILVA, JAMELÃO, ARACY DE ALMEIDA, CARMEM MIRANDA E ELISETE CARDOSO.


No final dos anos 50, o samba já surge com uma nova vertente que é a BOSSA - NOVA . Neste período a juventude brasileira embarcou em duas viagens: uma na direção do ROCK e outra na direção do JAZZ e das preocupações existenciais e sociais. Nomes como Carlos Lyra e Sergio Ricardo entenderam que era preciso abrir um canal que ligasse a Bossa Nova ao samba. Esta ligação já começara a existir com CARTOLA, um dos fundadores da Mangueira, a mais tradicional de todas as escolas de samba cariocas. Com Cartola, outros veteranos, como Nelson Cavaquinho, voltam à cena.

No bar simples, no centro do Rio, com a boa cozinha de dona Zica, esposa de Cartola e os sambas de Cartola, surge o ZICARTOLA, espaço que proporcionou o aparecimento de uma nova geração de sambistas. Estes aproximaram o samba de acordes dissonantes e alterados, com sofisticações harmônicas influenciadas pelo Jazz norte-americano. Surgem nomes como Paulinho da Viola, Elton Medeiros , Martinho da Vila e Zé Keti.

Em 1964, Armando Costa, Vianninha e Paulo Pontes reuniram num único palco o espetáculo OPINIÃO, com a cantora NARA LEÃO, musa da Bossa Nova, o sambista Zé Keti e o maranhense João do Vale. Mais tarde Nara foi substituída pela estreante Maria Bethania ( irmã de Caetano Veloso ).

Nos anos 70, em meio a festivais de MPB, os talentos do Zicartola consolidaram suas carreiras. Novos nomes surgem beneficiados pela mídia: João Nogueira, Paulo César Pinheiro, Candeia, Nelson Sargento e Monarco. E novos intérpretes: Beth Carvalho, Alcione e os já falecidos Roberto Ribeiro e Clara Nunes.

QUEM NÃO GOSTA DE SAMBA?




SAMBA






Maxixe: A dança proibida

O samba é a própria identidade nacional brasileira. Desde 1870, o cruzamento de influências entre o lundu ( origem africana ), a polca, a habanera, o maxixe e o tango começou a produzir um tipo de música que tendia ritmicamente para o samba.


Nos fins do século XIX, costumava-se designar como samba as festas de dança de negros escravos. Foi nessa época que começaram a se tornar tradicionais as reuniões nas casas das velhas baianas que haviam emigrado para o Distrito Federal

E destas festas surgem os maiores talentos musicais da época: HEITOR DOS PRAZERES, PIXINGUINHA, DONGA, JOSÉ BARBOSA DA SILVA, JOÃO DA BAIANA e muitos outros.

Surgem novos nomes com os progressos do rádio e do disco. Além de Ismael Silva, Nilton Bastos, Armando Marçal surge FRANCISCO ALVES, como o mais importante cantor da época. Chamado "O REI DA VOZ ", foi durante duas décadas uma espécie de Gardel brasileiro. Sua morte num acidente automobilístico comoveu o país, nos anos 50.

Nos anos 30 surgem nomes como Henrique Foréis ( o Almirante ), Carlos Alberto Braga ( João de Barro ) e Noel Rosa, um menino com o queixo defeituoso e que largou da medicina para se tornar um dos maiores sambistas de todos os tempos. Rádio, música, samba e violão não eram atividades de gente decente, daí os apelidos.

JUAZEIRENSE BAIANO, É O PAI DA BOSSA NOVA.

CHEGA DE SAUDADE , João Gilberto, 1


João Gilberto

958. Foi considerado o início da Bossa Nova. Mas, muitas influências ocorreram para o despontar deste grande movimento. Por exemplo: o arranjo de Radamés Gnatalli para o samba COPACABANA, gravado por Dick Farney. As composições de Garoto, Johnny Alf e Dorival Caymmi. Os violões de Laurindo de Almeida e Valzinho. O elepê Canção de Amor Demais, de Elizeth Cardoso, com músicas de Tom Jobim e Vinícius de Moraes. Foi no ano de 1957 e foi nele que se ouviu pela primeira vez a batida diferente do violão de João Gilberto.

A vida no Rio se deslocava para o beira mar, de Copacabana e Ipanema. E uma nova geração de autores e intérpretes reunia-se nos night-clubs de inspiração americana. DICK FARNEY, LÚCIO ALVES, JOHNNY ALF, JOÃO DONATO, MAYSA, RIBAMAR, SYLVIA TELLES , ANTONIO MARIA, TITO MADI, DOLORES DURAN, NORA NEY E DÓRIS MONTEIRO.

Depois do 78 rpm CHEGA DE SAUDADE, João Gilberto gravou 3 elepês que definiriam o receituário estético do movimento. Segundo Caetano Veloso, aprendemos ali a "pra sempre ser


Antonio Carlos Jobim

Neste primeiro momento, Bossa Nova eram os compositores Carlos Lyra, Roberto Menescal, Oscar Castro Neves, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Luiz Bonfá, Ronaldo Bôscoli, Marcos e Paulo Sergio Valle, Sergio Ricardo e Durval Ferreira, os cantores João Gilberto, Sylvia Telles e Nara Leão e Astrud Gilberto e músicos como Luizinho Eça , Tenório Jr. e Maurício Einhorm. Mas, logo surgiram novos nomes como: Johnny Alf, Leny Andrade, Jorge Ben, Wilson Simonal, Paulinho Nogueira, Quarteto Novo ( de Hermeto Paschoal ), os Cariocas, Sergio Mendes , o coreógrafo americano Lennie Dale e o modinheiro e comediante Juca Chaves. Outros talentos se somaram: Aloysio de Oliveira lançou os primeiros trabalhos de Edu Lobo, Baden Powell, Nana Caymmi e Maria Bethania. Surge em 1966, Chico Buarque de Holanda.

O surgimento de Elis Regina e a proliferação de trios à semelhança de Tamba ( piano, baixo e bateria ), com Luiz Eça, Bebeto e Ohana, depois Helcio Milito, como o Zimbo Trio ( Amilson Godoy, Rubens Barsotti e Luiz Chaves ), Sambalanço ( liderado por Cesar Camargo Mariano ), Bossa Três e dezenas de outros, abriram as portas da televisão para a Bossa Nova. Os programas O FINO DA BOSSA e DOIS NA BOSSA confirmavam o acerto da parceria TV - BOSSA NOVA, que desaguaria no período dos festivais de MPB, onde se afirmaram nomes como MIILTON NASCIMENTO, GERALDO VANDRÉ, CAETANO VELOSO, GILBERTO GIL, DORI CAYMMI, GONZAGUINHA, EGBERTO GISMONTI, IVAN LINS, SERGIO SAMPAIO, RAUL SEIXAS, ALDIR BLANC, MARIA ALCINA, GUTEMBERG GUARABIRA, JARDS MACALÉ, CAPINAN, NELSON MOTTA, TOQUINHO, PAULINHO DA VIOLA E DANILO CAYMMI, entre tantos compositores e intérpretes.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

‘Ela só ama a si mesma’, diz irmão sobre Madonna


Capa do livro "Life with my sister Madonna", escrito por Christopher Ciccone. (Foto: AP)
Há menos de uma semana do lançamento de uma biografia não-autorizada sobre Madonna, o irmão da cantora, Christopher Ciccone, já dá uma idéia de qual será o tom do livro “Life with my sister Madonna” (a vida com a minha irmã Madonna). “Ela realmente ama seu marido, mas não tanto quanto a sua carreira e a si mesma”, declarou o neoescritor, que nos anos 80 foi um dos bailarinos e depois dirigiu algumas das turnês da popstar.

O lançamento da biografia está previsto para a próxima terça-feira (15), um mês antes de a cantora completar 50 anos. “Ela só ama a si mesma. Espero que as lições da cabala a tenham ajudado entender que ela não é o centro do universo”, afirmou Ciccone.

Com 342 páginas, “Life with my sister Madonna” está causando alvoroço na imprensa especializada no mundo das celebridades. O livro será lançado em meio às especulações sobre um possível divórcio da cantora do cineasta britânico Guy Ritchie, com quem é casada há sete anos. Boatos também apontam que Madonna estaria tendo um caso com o jogador de beisebol Alex Rodriguez, do New York Yankees.

Segundo Christopher, o casal ignora a boataria. O irmão diz que Madonna e Guy Ritchie se amam e que vivem um “casamento apaixonado com a ajuda da cabala”.

“Life with my sister Madonna” será lançado nos Estados Unidos pela editora Simon Spotlight Entertainment. Ainda não há previsão de lançamento do livro no Brasil.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Wanderley Cardoso

Wanderley CardosoComeçou a carreira de cantor cedo, ganhando prêmios em programas infantis de calouros. Seu primeiro sucesso foi com "Canção do Jornaleiro", lançado pela RCA quando o cantor tinha apenas 13 anos. Depois disso parou de gravar para terminar os estudos, voltando aos 18 anos em grande estilo, no programa Alô Brotos, da Rádio Bandeirantes de São Paulo. Rapidamente se tornou um dos ídolos da Jovem Guarda, emplacando canções como "Preste Atenção" e "O Bom Rapaz". Principalmente após 1965, quando lançou seu primeiro LP, "O Jovem Romântico", deu preferência às músicas românticas em detrimento do rock no seu repertório. Não por acaso, os títulos de alguns de seus discos foram "Perdidamente Apaixonado", "Juventude e Ternura" e "Quando o Amor Se Transforma em Poesia". Depois do fim da Jovem Guarda continuou se apresentando com repertório basicamente romântico, conseguindo sucesso com "Minha Namorada" (Roberto Correia/ John Lemos) e "Preciso Tanto de Você" (José Augusto), "Doce de Coco". Em 1999 seus discos "O Bom Rapaz" e "O Jovem Romântico" foram relançados em um só CD.

domingo, 6 de julho de 2008

A cantora Elba Ramalho

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A cantora Elba Ramalho traz ao Teatro Guaira no próximo sábado (29) a turnê 'Raízes e Antenas'. O show marca o lançamento do novo CD 'Qual o assunto que mais lhe interessa?' – primeiro trabalho independente de Elba (selo Ramax, distribuição BrazilMúsica!) – e traz canções inéditas e releituras de sucessos da carreira da cantora. Com cerca de 25 músicas, as apresentações priorizam as 16 faixas do novo álbum, marcado pela variedade rítmica.

Na turnê, a cantora paraibana revela muito de sua personalidade, crenças e inquietações em canções que abordam fé, política, amor, aquecimento global, violência, caos urbano, entre outros assuntos. “Os meus pés estão fincados no sertão, onde está minha origem, mas minhas inquietudes ultrapassam fronteiras geográficas. Por isso, idealizei este projeto para tratar de questões universais. E a mais doce das questões é a própria música em sua função divina", explica a cantora.

Vestida pelos estilistas Lino Vilaventura e David Francisco, Elba Ramalho estará acompanhada de nove músicos, com a seguinte formação: Marcos Arcanjo (guitarra, viola e violão), Toninho Ferraguti (acordeão), Lui Coimbra (violoncello, charango e cavaquinho), Tostão Queiroga (bateria), Luca dos Prazeres e Anjo Caldas (percussão), Yuri Queiroga (guitarras, cavaquinho e programações eletrônicas), Fofão (contra-baixo). O projeto “Raízes e Antenas” ainda inclui o lançamento do DVD homônimo, previsto para chegar

Astros da música dão adeus à lenda do jazz Oscar Peterson

Herbie Hancock, Quincy Jones e Nancy Wilson foram alguns dos astros que se reuniram no sábado na despedida musical ao grande pianista de jazz Oscar Peterson.

"Ele está em sua segunda viagem. A primeira é o nascimento, a segunda é a morte", disse Hancock, girando no banco de seu piano para olhar o enorme retrato de Peterson pendurado sobre o palco da casa de espetáculos em Toronto.

"Então aproveite a viagem, Oscar. Desejo tudo de bom a você."

Peterson morreu em sua casa, próximo a Toronto, no dia 23 de dezembro, de falência nos rins. Ele tinha 82 anos.

Um dos músicos de jazz mais gravados da história, Peterson saiu de uma família operária em Montreal e se tornou uma das maiores influências de gerações de músicos. Entre as honrarias que recebeu estão um Grammy pelo conjunto da obra em 1997 e o International Jazz Hall of Fame Award.

Peterson foi homenageado por seu amor à vida, às pessoas e à música no show gratuito ao qual compareceram mais de 2.500 pessoas, que começaram a fazer fila 12 horas antes do início do espetáculo.

"Ele deixou o legado de um compromisso muito, muito forte para com o mundo do jazz. O que ele fez foi abrir o caminho para muitos de nós. Surgirão outros grandes artistas de jazz, mas nunca haverá outro Oscar Peterson", disse o pianista de jazz Oliver Jones, amigo e protégé de Peterson.

"Devo tudo a ele. Ele é insubstituível", disse o pianista e compositor de jazz Hancock antes de tocar uma música melancólica ao piano.

"Sou muito agradecido a Deus por ter conhecido quem admirei minha vida toda", disse o cantor e compositor Stevie Wonder numa mensagem gravada e exibida durante a cerimônia.

"O homem tocava piano tão bem que dava para ouvi-lo cantar, dançar e sentir cada uma das notas e acordes."

Nancy Wilson foi às lágrimas enquanto cantava uma música de despedida para Peterson. "Ninguém que eu amei jamais se foi", disse a cantora de jazz vencedora do Grammy. "Eles estão sempre aqui."

No ano em que completaria 50 anos, o cantor é lembrado por amigos e artistas como Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Preta Gil e Zélia Duncan

Grandes nomes da música como Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Ângela Ro Ro e Zélia Duncan, entre outros, subiram a um palco montado na Praia de Copacabana no feriado do Dia do Trabalho, na quinta-feira, 1, para homenagear o cantor Cazuza, que completaria 50 anos este ano.


“Esta é uma homenagem ao Cazuza mais que justa e merecida. Ele tem um contexto musical maravilhoso, grandioso. Eu me sinto muito bem em estar aqui cantando músicas dele que canto sempre em meus shows”, disse o cantor Ney Matogrosso, que fez a abertura do show cantando “O Tempo Não Pára”, “Porque A Gente É Assim” e “Pro Dia Nascer Feliz”.


“Cazuza é um artista importantíssimo, suas músicas tinham atitude, mostravam para os jovens que eles tinham que fazer o que pensavam, reivindicar os seus direitos, não se conformar com as coisa ruins”, disse Preta Gil, que cantou sozinha a música “O Nosso Amor a Gente Inventa”, e o grande sucesso “Exagerado”, ao lado dos cantores Paulo Ricardo e Leoni.


“Fiquei muito feliz com o convite. Até porque eu não era cantora na época em que todos os cantores que estão aqui, e que chegaram a cantar com ele”, disse Preta, que contou que conviveu pouco com Cazuza.

“Convivemos muito pouco, eu era a mascote da turma com 14 anos, freqüentava os shows. Cazuza era uma loucura saudável que tenho certeza que me influenciou como mulher. Ele não era uma pessoa hipócrita, ele dizia o que pensava, sem hipocrisia, que é a pior coisa do mundo, você querer ser o que não é”, finalizou a cantora.


O cantor Paulo Ricardo, que conheceu Cazuza aos 18 anos, falou sobre o cantor.

“Essa expressão 'Viva Cazuza' é muito apropriada para ele porque ele viveu todas as fases de sua vida intensamente. Pessoas como ele, suas músicas, tributos, homenagens, histórias, não morrem nunca, fazem com que ele esteja sempre aqui entre nós”, disse o cantor, que cantou três músicas: “Ponto Fraco”, “Ideologia” e “Exagerado”.


Integrantes do Barão Vermelho, Arnaldo Brandão, George Israel, Gabriel O Pensador, Rodrigo Santos, Liah e Gabriel Tomás também subiram ao palco para cantar grandes sucessos do cantor e, mesmo com o tempo ruim, levaram o público que estava no local ao delírio.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

STROKES

Strokes pensam em detalhes para gravar novo CDStrokes pensam em detalhes para gravar novo CD

Os integrantes dos strokes estão se concentrando para voltar ao batente e gravar um novo álbum.

Segundo o guitarrista Albert Hammondo Jr, a banda já está planejando os detalhes para a gravação. "Estamos todos em locais diferentes agora. Por isso, será interessante ver para onde vamos levar esse novo disco", disse.

Hammond acaba de lançar seu segundo CD solo, e por isso rumores sobre sua saída da banda surgiram. O músico afirma que não passa de boato. "Todo mundo pensa que eu não quero voltar ao Strokes porque estou gravando meus discos, mas isso não é verdade", declarou ele, segundo o site IG.

Recentemente Hammond comentou que o grupo não lançaria nenhum material esse ano. Essas novas declarações não anulam as anteriores, uma vez que nenhuma data foi citada.


O REI DO BAIÃO - LUIZ GONZAGA.

Foi fugindo de uma briga em Exu, interior de Pernambuco, que Luiz Gonzaga do Nascimento se transformou no Rei do Baião. Em 1930, quando foi pedir para namorar a filha de seu Raimundo Delgado, fazendeiro da região, Luiz ouviu um não e um monte de ofensas. Aperreado, o garoto de 18 anos foi para casa na mesma hora buscar uma faca para furar o velho. "Eu ia tirar sangue daquele cabra!", diria anos depois. Quando o pai soube das intenções do filho, deu-lhe uma surra. "Aí, envergonhado, deixei aquela mulher para trás e ganhei o mundo." E ganhou mesmo. Dezesseis anos depois, quando voltou a Exu já era o Rei do Baião, o sanfoneiro nordestino que o País inteiro conhecia através do rádio. Até sua morte, em 1989, gravou mais de 500 músicas em 56 discos.

Foi parar no Rio de Janeiro em 1939, quando deu baixa no Exército, onde ficou quase dez anos. Só levava na bagagem algumas roupas e a sanfona, claro. Vivia no miserê, tocando valsas, tangos, sambas e boleros para gringos em gafieiras e prostíbulos na Lapa e região do Mangue.

Para a sorte de Gonzagão, conterrâneos seus que estudavam na cidade grande, saudosos da terra natal, pediram que ele tocasse qualquer coisa nordestina. Recusou justificando que já não se lembrava mais dos xotes e xaxados que aprendera com o pai, o legendário sanfoneiro Januário, pois mais de dez anos tinham se passado. Mas foi desafiado e como bom cabra macho não deixou por menos. Os garotos voltaram no dia seguinte e o sanfoneiro surpreendeu tocando belíssimas músicas do tempo em que ainda andava com a sanfona debaixo do braço pelas cidadezinhas do interior de Pernambuco e Ceará. Claro que agradou. Desde então, convencido pelos estudantes de que só faria sucesso quando tocava o que aprendera com o pai, passou a frequentar os programas de calouros do rádio. De Paulo Gracindo, que comandava um deles na Rádio Nacional, ganhou o apelido de "Lua", por causa do rosto redondo e sorridente.

Vaqueiro gaúcho
Demorou a colocar o vozeirão nas músicas. Chegou a ser despedido da Rádio Tamoio, onde trabalhava acompanhando artistas na sanfona, quando tentou cantar com a voz de "taboca rachada", como disseram os radialistas. Em 1941, as músicas Véspera de São João e Vira e mexe estouraram e Luiz Gonzaga começou a se transformar no Rei do Baião, o homem que popularizou os ritmos nordestinos, até então desconhecidos do resto do País.

A idéia de usar vestimentas de vaqueiro ele roubou de um gaúcho, por mais absurdo que seja. Pedro Raimundo era um tocador de acordeon que se apresentava vestido de bombacha e fazia o maior sucesso. Imitou o homem e só muitos anos depois confessaria. O baião virou modismo na década de 40 e Gonzagão passava o tempo viajando pelo interior do Brasil. Compunha músicas sem parar, mas era semi-analfabeto - "nessa vida não preciso saber de nada, só de escrever o nome" - e não fazia letras. Para isso teve alguns parceiros fiéis.

Clássico nordestino
Em 1945, com a gaita que não largava nem para ir ao banheiro, criou o baião e a combinação dos instrumentos ideiais para a execução do ritmo: sanfona, zabumba e triângulo, que viu um menino tocar nas ruas do Recife para vender doces. Com Humberto Teixeira fez Asa Branca (1947), um capítulo à parte na história da música brasileira e que virou até nome de rodovia em Pernambuco. No dia da gravação, o parceiro deu uma de adivinho e soltou: "Te prepara, Luizão, vais ouvir agora um clássico nordestino." Dito e feito.

Em meados dos anos 50, o Rei do Baião caiu no ostracismo e chegou a pensar em desistir de tudo. Mas Gilberto Gil, que desapontava como novo talento da MPB na década seguinte, o apontou como uma de saus maiores influências musicais e reavivou o interesse pela música nordestina. Caetano Veloso gravou Asa Branca em 1971 e fez Gonzagão chorar de emoção numa loja de discos em Fortaleza: "Chorei feio, é a mais linda interpretação que já vi desta música." E lá estava de volta o Rei do Baião, graças aos tropicalistas. No Rio fez o histórico show Luiz Gonzaga volta para curtir no teatro Tereza Rachel, em 1972. Com o filho Gonzaguinha, morto num acidente de carro no interior do Paraná em abril de 1991, fez músicas e gravou discos. Mas o "cabra" estava envelhecendo, os braços já não seguravam mais a sanfona por causa da osteoporose, doença que provoca a descalcificação dos ossos. Mas a voz que um dia disseram ser de "taboca rachada" não tinha preço e ele continuou regravando as pérolas que compôs nos anos 50 e fazendo músicas novas. Nos últimos dez anos de carreira, Dominguinhos tocava sanfona no seu lugar. "Com tanta gente aí melhor que eu, o que é que eu tô fazendo aqui tocando de graça?" Não passou um ano sem lançar um disco novo, mesmo no ostracismo - sempre pela RCA, onde ficou 48 anos, exceto o último de 1989, que lançou pela Copacabana. Anunciou o abandono dos palcos várias vezes durante a carreira de mais de 50 anos, mas nunca teve coragem de fazê-lo.

"Gonzaguetas"
A maior tristeza do velho era não ter forças para segurar a sanfona e precisar andar de muletas que ele chamava de "gonzaguetas". Não passava um dia sem fazer um carinho na mulher, Helena, com quem foi casado por mais de 40 anos. Morreu em agosto de 1989, aos 77 anos, cego de um olho por causa da catarata e maltratado pela doença. Para Exu, levou o progresso; para o Brasil, mostrou a beleza da música nordestina que só os sertanejos conheciam.

VOCÊ SABIA?
Luiz Gonzaga costumava visitar o Congresso Nacional para pedir favores, mas nunca de ordem pessoal. Quando não era recebido, ficava no hall de entrada tocando sanfona para chamar a atenção. Sempre funcionou. Com esta tática, conseguiu levar para Exu um posto de gasolina e a rodovia Asa Branca.

PALCO:

quarta-feira, 2 de julho de 2008

DUPLA SERTANEJA-LEANDRO E LEONARDO.

Luis José (Leandro) e Emival Eterno (Leonardo) trabalhavam na roça, em Goianápolis, interior de Goiás, na plantação de tomates da família. Foi Leandro quem primeiro percebeu sua vocação para a música, virando vocalista de uma banda que tocava Beatles e Roberto Carlos, chamada Os Dominantes. Em 1983 juntaram-se para formar uma dupla sertaneja e em pouco tempo venceram um programa de calouros na emissora de TV local. Com o dinheiro ganho foram para São Paulo e gravaram um disco com tiragem de 500 cópias, que não fez sucesso. Ainda assim foram contratados por uma gravadora pela qual lançaram dois discos que logo os tornariam famosos no meio sertanejo. Porém, foi apenas com “Leandro e Leonardo Vol. 3”, de 1989 que eles alcançariam o sucesso nacional, impulsionado pelo hit “Entre Tapas e Beijos”. O estouro continuou com o álbum seguinte, que venderia 2,5 milhões de cópias e colocaria as músicas “Desculpe, mas Eu Vou Chorar” e “Pense em Mim” entre as mais tocadas nas rádios durante alguns meses. Veio em seguida o projeto “Amigos”, com Chitãozinho e Xororó e Zezé di Camargo e Luciano que rendeu alguns discos além de especiais para TV. Em 1998, Leandro descobriu um tumor raro na coluna e morreu em pouco tempo, pondo fim à história de uma das duplas sertanejas mais conhecidas desde a popularização do gênero. Seu irmão Leonardo continuou em uma bem sucedida carreira solo.
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