Chega a ser curioso o título do novo disco de Mariah Carey: “E=MC2”. A famosa equação de Albert Einstein foi trazida pela diva pop para outro contexto, o seu, o de uma Mariah Carey elevada à segunda potência. A letra “E” vem de “emancipation” ou “emancipação”, em português, que parece ter virado a obsessão da cantora depois de uma fase não muito boa – com problemas pessoais e projetos musicais fracassados.
O álbum anterior de Mariah, que marcou sua volta ao R&B bem-sucedido, trazia o título de “Emancipation of Mimi” (2005) e, de fato, marcou a ressurreição de Mariah no mercado fonográfico, com quase 6 milhões de cópias vendidas apenas nos EUA e hits como “We belong together” e “Shake it off”.
A cantora espera agora repetir o fenômeno que a fez famosa mundialmente: vender muitos milhões de cópias de discos – e este “E=MC2” tem potencial de sobra para isso. Além de muito R&B (com roupagem modernete), traz canções dançantes e as baladas que fizeram dela historicamente uma das maiores divas da música pop, ao lado de Madonna.
“E=MC2” dividiu a crítica internacional, tendo ganhado elogios, mas sendo também muito criticado pelas semelhanças com o antecessor, assim como pela voz de Mariah que, segundo os especialistas, apesar de se manter em boa forma, não é usada em seu máximo potencial.
O primeiro single do disco, “Touch my body”, já está nas rádios e é sucesso. Sensual, a canção continua dando oportunidade para Mariah exibir seus atributos físicos. A letra diz: “Touch my body (toque meu corpo)/Throw me on the bed (me jogue na cama)/I just wanna make you feel (eu só quero fazer você se sentir)/Like you never did (como você nunca se sentiu)”.
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