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domingo, 29 de junho de 2008

JEFFERY PHILIP WEILAND OU SIMPLISMENTE "FLIP"



Jeffery Philip Weilandt, ou Flip como costumava ser chamado por seu pai, nasceu em 14 de janeiro de 1967 em Bayonne, mas foi criado em Jackson no estado americano de New Jersey.

Começou a tocar guitarra aos 8 anos mas desistiu pouco tempo depois. Aos 14 resolveu tentar novamente. Estudou com o filho de um professor da escola e fez também algumas aulas de violão clássico. Montou sua primeira banda que se chamava Stone Henge onde tocavam sucessos de Ozzy Osbourne e Black Sabbath (veja só como é a vida).

Aos 18 anos, Flip trabalhava em um supermercado quando entrou para uma banda chamada Zyris, substituindo um guitarrista. Nessa época adotou o nome Zakari Wyland. Em um show da banda, dois renomados fotógrafos de rock da época, Mark Weiss e Dave Feld o viram tocando e se surpreenderam. Convenceram o guitarrista a fazer um teste com Ozzy Osbourne já que ele estava fazendo audições com músicos desconhecidos para substituir Jake E. Lee que saiu da banda por estar descontente com a convivência na estrada com Ozzy que na época vivia mergulhado em álcool e cocaína. Tarefa difícil achar algum substituto à altura para ocupar o lugar que já foi de Randy Rhoads.

Nesta época da audição, então com 21 anos de idade, Zakari trabalhava em um posto de gasolina e, como não tinha nada a perder, resolveu tentar. No teste, ele tocou algumas músicas de Ozzy e algumas peças acústicas também. Voltou pra casa desiludido pensando que tudo foi em vão. Em pouco tempo, recebeu uma ligação de Sharon Osbourne, mulher e empresária de Ozzy, o convidando a entrar para a banda.

Convite aceito, gravaram o No Rest For The Wicked, estréia de Zakk Wylde, nome pelo qual o guitarrista passaria a ser conhecido mundialmente. Este nome foi escolhido em homenagem a um personagem da série Perdidos No Espaço chamado Dr. Zackary Smith ou simplesmente Dr. Smith. A partir daí, Wylde conheceu o mundo inteiro em turnês e chegou ao topo das paradas sendo referência para muitos músicos. Outros álbuns vieram, Just Say Ozzy e No More Tears (um dos maiores sucessos de Ozzy), até que Zakk resolvesse montar um projeto paralelo. O Lynyrd Skinhead, uma homenagem ao rock sulista (Southern Rock) e ao Lynyrd Skynyrd, surgiu em 92. Em 94, mudaram o nome para Pride & Glory e gravaram um disco homônimo. Na época, o guitarrista chegou a fazer um show com os Allman Brothers, notória banda de Southern Rock.

Em 95, Zakk gravou Ozzmosis com Ozzy Osbourne. Algumas músicas compostas pelo guitarrista foram reprovadas por Ozzy e estariam mais tarde em álbuns da carreira-solo de Wylde. Neste ano, ele chegou a fazer algumas apresentações e a gravar algumas demos com o Guns N’Roses. Ficou dividido entre continuar com Ozzy ou entrar definitivamente para o Guns. Com sua indecisão, Ozzy chamou outro guitarrista para a turnê e o Guns o dispensou dizendo que seus serviços não seriam mais necessários.

Desempregado, resolveu gravar um disco solo chamado Book Of Shadows em 96. Entre 96 e 98 fez algumas participações em álbuns-tributo e uns poucos shows até que Ozzy resolveu recontratá-lo para uma turnê pela Oceania. Na volta, decidiu fazer mais um álbum solo até que Zakk escolheu colocar um nome na banda ao invés de chamá-la apenas de Zakk Wylde. O nome escolhido foi Hell’s Kitchen, porém esse nome já havia sido registrado. A solução então foi mudar o nome para Black Label Society. Lançaram então o álbum Sonic Brew. De lá pra cá, Wylde gravou outros álbuns com o Black Label e também com Ozzy Osbourne, com quem ele tem uma relação quase paternal chegando a participar a contragosto das gravações de Down To Earth apenas porque Ozzy insistiu.

Nos momentos de descanso, relaxa tomando umas cervejas ao som de artistas como Neil Young, Elton Jo

Johnny Rivers,roqueiro veterano.

No último dia 16, o veterano roqueiro Johnny Rivers se apresentou em Belo Horizonte. Com o Chevrolet Hall vazio, o cantor surpreendeu aos espectadores com um show mais introspectivo e sem apresentar vários clássicos que ele construiu nas suas mais de quatro décadas de carreira.

Os ponteiros marcavam 22:15 quando Rivers subiu ao palco acompanhado por seu time de músicos e abriu o show com The Midnight Special, uma típica canção da década de 20, que se tornou mais popular com a interpretação do Credence Clearwater Revival. O que veio depois foi uma série de canções não muito conhecidas e o público só demonstrou entusiasmo lá pela sexta música quando ele tocou The Tracks Of My Tears. Passada a euforia momentânea, o set list voltou para o lado b da carreira do músico e entre um número e outro a platéia pedia por músicas mais populares, tais como Poor Side Of Town, Hey Joe e A Whiter Shade Of Pale. Johnny não atendeu aos apelos e deu continuidade ao espetáculo.

Quando o evento já estava se aproximando do fim, os presentes voltaram a se animar, pois foram apresentadas algumas das canções que todos esperavam dentre elas Baby I Need Your Lovin', Menphis e encerrou o show com a dançante It's Too Late. Ao retornar ao palco, Rivers brindou ao público com Do You Wanna Dance?, o seu maior hit em terras tupiniquins e finalizou de vez o espetáculo com Secret Agent Man.

A voz de Johnny Rivers continua aconchegante e sua banda de apoio é extremamente competente, mas a pouca interação entre ele e público somada à ausência de parte dos clássicos de sua carreira resultou em um show morno e aquém do que se espera de um dinossauro da música.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Brilha Jesus

Se as tristezas e as dores do mundo fazem você chorar
Se os amores partiram seu peito cansado de amar
Se os inimigos bateram as asas
Não chore, porque há um Amigo
Que não se separa jamais de você

Você diz que desiste da vida, não quer mais lutar
Que os seus sonhos são meros castelos que viu desabar
Mesmo assim, não desista que a luta você vai vencer
Porque tudo, tudo é possível ao que crê

Nesse amor sem limites que brilha em Jesus
Nesse amor que venceu o pecado por nós lá na cruz
Ponha todo seu fardo aos pés de Jesus,
Pois Ele quer ajudá-lo
Deixe agora o amor de Jesus em sua vida brilhar

Diga: “Brilha, brilha, Jesus
Brilha em meu coração
Brilha, Jesus leva embora a solidão
Brilha, Jesus leva embora a solidão
Brilha em meu coração

Só Jesus tem a água que pode sua sede matar
E a paz que você não encontra Jesus tem ora pra dar
Não rejeite o amor desse Homem da cruz
Se entregue no braços de Deus, ao amor de Jesus.

domingo, 22 de junho de 2008

ROBERTO CARLOS.


"Aos 41 anos de carreira, Roberto Carlos continua sendo o artista número um do Brasil e por extensão de toda a América do Sul. Ídolo da juventude e maior expoente da Jovem Guarda na década de 60. Suas canções que falam de amor, solidariedade, confiança no amanhã e um astral próprio de um artista acima de tudo carismático".

"TE AMAMOS MUITO ROBERTO"


quarta-feira, 18 de junho de 2008

Padre Cleidimar abre show da dupla Zezé de Camargo e Luciano


Padre Cleidimar, Zezé de Camargo e Luciano partilham suas histórias de vida
O show aconteceu domingo, dia 25, em Araruama e reuniu cerca de 30 mil pessoas, na região dos Lagos, Rio de Janeiro.Padre Cleidimar, cantou 8 músicas entre o repertório do novo CD "Deus me Abraça" e sucessos do CD "Neste nome há poder". Foi a primeira vez que um missionário da Canção Nova esteve na cidade.

Após o show do sacerdote, a dupla de sertanejosZeze di Camargo e Luciano, se apresentou no evento.

Nos bastidores, padre Cleidimar e os irmãos cantores partilharam suas histórias de vida. Lembranças, risos e abraços também foram compartilhados. "Um dia estava assistindo a televisão, vi a Myriam Rios, na programação da madrugada e acompanhei", disse Luciano durante o bate-papo. Ambos nasceram na cidade de Pirenópolis, interior de Goiás.

Durante o encontro, padre Cleidimar falou de seus 10 anos de caminhada como missionário na comunidade Canção Nova e entregou brindes aos dois.

O MAIS AMADO DO BRASIL.

O cantor Amado Batista nasceu em Catalão, interior de Goiás, onde seus pais trabalhavam na lavoura. Aos 14 anos, foi para a capital e lá trabalhou em diversos ofícios, de faxineiro a balconista, chegando a subgerente de uma livraria. Em 70, aplicou suas economias comprando uma pequena loja de discos, conseguindo nos anos seguintes abrir mais três lojas na capital goiana. Nessa época já compunha e cantava, influenciado principalmente por Roberto Carlos, e foi representante de um pequeno selo de música regional, o Chororó. Por este selo conseguiu lançar seu primeiro compacto duplo em 1975, aos 26 anos. Mas foi no ano seguinte com a gravação de "Desisto" (com Reginaldo Sodré - seu parceiro constante e assistente de produção de seus futuros discos) que ele emplacou. Em 77, lançou seu primeiro LP, "Amado Batista Canta o Amor", pelo mesmo selo. Como a Chororó não tinha distribuição nacional, assinou com a Continental, que o faria em breve um dos campeões de vendagem por sua linha popular/romântica, com melodias simples e letras sentimentais e dramáticas. Já em 79, estouraria nacionalmente com a balada "O Fruto do Nosso Amor (Amor Perfeito)" (Vicente Dias e Praião II). Rapidamente, passou a vender anualmente cerca de 1 milhão de discos. Em 82, estrelou o filme "Sol Vermelho", espécie de autobiografia, entremeada com seus sucessos, sob direção de Antonio Milianet. Dentre seus sucessos destacam-se "O Julgamento" (Walter José e Sebastião Ferreira da Silva), "O Acidente" (Roberto Ney e Deny Wilson) e "Hospício" (Amado/ Reginaldo Sodré). Em 85, contratado pela BMG, alcançou 1 milhão e meio de cópias vendidas de um único LP. Nos anos seguintes, manteve-se vendendo entre 500 e 800 mil discos de álbuns como "Amado Batista" (87), "Dinamite do Amor" (88), "Escuta" (89), "Eu Sou Seu Fã" (91) e "Ao Vivo" (98). Em 99, voltou à gravadora Continental e lançou "O Pobretão" (99) e "Estou Só" (2000). Já vendeu cerca de 13 milhões de discos.
Amado Batista

terça-feira, 17 de junho de 2008

Trio Elétrico Dodô e Osmar

Inventores do trio elétrico do carnaval baiano, Dodô (Adolfo Nascimento) e Osmar Macedo conheceram-se em um programa de rádio em 1938. Os dois estudavam música e eletrônica e pesquisavam uma forma de amplificar o som dos instrumentos de corda. A amplificação aconteceu dez anos depois, e no carnaval de 1950 a dupla saiu em cima de um Ford 49 tocando em instrumentos adaptados as músicas da Academia de Frevo do Recife, que se apresentava na ocasião em Salvador. Em um ano fizeram aperfeiçoamentos e incluíram mais um membro, Temístocles Aragão, formando assim o trio elétrico em 1951. No ano seguinte uma empresa de refrigerantes percebeu o enorme sucesso do trio e colocou um caminhão decorado à disposição dos músicos, inaugurando o formato consagrado por todos os carnavais até hoje.

domingo, 15 de junho de 2008

CHICO BUARQUE DE HOLLANDA.



A Banda

Chico Buarque

Composição: Chico Buarque

Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

O homem sério que contava dinheiro parou
O faroleiro que contava vantagem parou
A namorada que contava as estrelas parou
Para ver, ouvir e dar passagem

A moça triste que vivia calada sorriu
A rosa triste que vivia fechada se abriu
E a meninada toda se assanhou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

O velho fraco se esqueceu do cansaço e pensou
Que ainda era moço pra sair no terraço e dançou
A moça feia debruçou na janela
Pensando que a banda tocava pra ela

A marcha alegre se espalhou na avenida e insistiu
A lua cheia que vivia escondida surgiu
Minha cidade toda se enfeitou
Pra ver a banda passar cantando coisas de amor

Mas para meu desencanto
O que era doce acabou
Tudo tomou seu lugar
Depois que a banda passou

E cada qual no seu canto
Em cada canto uma dor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor...








sexta-feira, 13 de junho de 2008

FILHA ILUSTRE DE JUAZEIRO/BAHIA.





Nascida em Juazeiro (BA, Ivete Sangalo tornou-se um fenômeno da música e da mídia nos últimos anos. Começou a interessar-se pelo canto aos três anos de idade. Na adolescência, deixou a roda dos saraus familiares para cantar e tocar violão nas gincanas, festivais e diversas apresentações promovidas pelo colégio onde estudava.

A estréia profissional foi num barzinho em Ondina, bairro de Salvador, levada por sua irmã Mônica, que já cantava e tocava no lugar. Na época, o cachê era pago com um jantar no local. Aos poucos, Ivete foi aparecendo em cidades como Juazeiro e Senhor do Bonfim, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco. Nesta época, foi convidada para abrir um show de Geraldo Azevedo, no Teatro do Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro, e, pouco depois, a participar de uma micareta (espécie de Carnaval fora de época) em Morro do Chapéu, interior da Bahia.

O produtor Jonga Cunha percebeu seu potencial e decidiu montar um show em que Ivete dava ênfase ao som funk. Durante os ensaios, a vocalista viajava pelo interior da Bahia acompanhando como backing vocal o cantor baiano Lui Muritiba. A estréia do show da cantora foi na Boate Sirigüela, no bairro de Ondina, em Salvador, em agosto de 1992. Por esse show, ela ganhou o Troféu Caymmi 1992, o Grammy da música baiana.

Com um público crescente, Ivete e sua Banda apresentaram-se no Projeto Meio-Dia, no Mercado Modelo, em 1993, e Jonga Cunha sugeriu que a extinta Banda Eva fosse reeditada, desta vez tendo Ivete à frente. O primeiro disco, "Banda Eva", foi lançado pela Sony Music.

O disco seguinte, "Pra Abalar" (Polygram), emplacou três sucessos: "Alô, Paixão", "Pra Abalar" e "Flores". A cada novo disco, as canções eram facilmente assimiladas pelos fãs. No último trabalho à frente da Banda Eva, "Eva, Você e Eu" (Polygram), a cantora estourou como autora, com o hit "Carro Velho".

Os seis discos da Banda Eva venderam quatro milhões e meio de cópias. Alçada a musa e símbolo sexual, Ivete partiu para uma carreira solo e lançou o primeiro disco, que leva se nome, em 1999. No mesmo ano abriu uma produtora, a Caco de Telha Produções e Eventos, que, além dela mesmo, pilota blocos, trios elétricos e uma editora.

Lançou o CD "Beat Beleza" em 2000. De 2000 a 2004, Ivete lançou três CDs: “Se eu não te amasse tanto assim” (2002), “Clube carnavalesco inocentes em progresso” (2003) e “MTV ao vivo” (2004). Comemorando 12 anos de carreira, Ivete Sangalo apresenta em 2005, o álbum de inéditas “As Super Novas”.

O título é uma brincadeira em relação ao disco anterior, o “MTV Ao Vivo”, que trazia os antigos sucessos da cantora. São 12 faixas, entre elas, "Abalou", além de duas regravações imperdíveis: "Soy Loco Por Ti America", composição de Caetano Veloso nos tempos do tropicalismo, que faz parte da trilha sonora da novela global América, e o clássico da lambada "Chorando Se Foi", do grupo franco-brasileiro Kaoma, que fez explodir o modismo da lambada no mundo inteiro em 1989.

Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim

Meu coração
Sem direção
Voando só por voar
Sem saber onde chegar
Sonhando em te encontrar
E as estrelas
Que hoje eu descobri
No seu olhar
As estrelas vão me guiar

Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração

Hoje eu sei
Eu te amei
No vento de um temporal
Mas fui mais
Muito além
Do tempo do vendaval
Nos desejos
Num beijo
Que eu jamais provei igual
E as estrelas dão um sinal

Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração...

ZUNGA.


No outono de 1941, no dia 19 de abril, nascia em Cachoeiro de Itapemirim, pequena cidade no interior do Espírito Santo, o quarto filho do Sr. Robertino Braga e Dona Laura Moreira Braga. Naquele dia, Norma, Lauro e Carlos Alberto ganhavam mais um irmão, o caçula Roberto Carlos. ‘Seu’ Robertino era o relojoeiro da pacata cidade e Dona Laura, costureira . A família Braga morava no bairro do Recanto, numa casa modesta no alto de uma ladeira .

"Zunga" foi o apelido que Roberto recebeu ainda na infância. Era uma criança normal e alegre, que adorava descer de bicicleta a ladeira perto de sua casa, empinar pipa e jogar futebol. Acompanhado dos amigos, costumava banhar-se nas águas do Rio Itapemirim, onde, com o pai e os irmãos mais velhos, aprendeu a pescar. Com seis anos, Roberto foi matriculado no colégio de freiras Jesus Cristo Rei. Tempos depois, na Jovem Guarda, sua segunda professora do Cristo Rei, Irmã Fausta, lhe daria o medalhão que até hoje não tira do pescoço.

Roberto Carlos era uma criança calma e sonhadora, que passava horas ouvindo rádio, demonstrando muito interesse em música, aprendendo violão e piano -- a princípio com sua mãe e, depois, no Conservatório Musical de Cachoeiro .

Roberto Carlos gostava de cinema e era freqüentador assíduo das matinês de domingo, divertia-se com as comédias e filmes de aventura e emocionava-se com os romances .

Sua verdadeira paixão, no entanto, era a música. Seu primeiro ídolo era Bob Nelson, um artista brasileiro que vestia-se de caubói, cantava músicas "country" em português. Roberto gostava de cantar suas músicas.

Roberto tinha apenas nove anos quando, sua mãe, dona Laura, lhe sugeriu cantar na Rádio Cachoeiro de Itapemirim, prefixo ZYL-9, no programa matinal infantil de Jair Teixeira, apresentando naquele dia por Marques da Silva. Na primeira vez em que se apresentou, cantou o bolero "Amor y más amor", sucesso na voz de Fernando Borel. "Nunca fiquei tão nervoso na minha vida. As pernas tremiam. Eu pensava que isso fosse só uma força de expressão, porque até então não tinha sentido isso. Que coisa impressionante!" relembraria, anos depois. Roberto continuou comparecendo ao auditório da rádio todos os domingos.

Dona Laura arrumava o filho com roupas feitas por ela mesma. Roberto Carlos cantava e impressionava a todos com sua afinação e talento natural para a música. Assim, ainda na infância, a paixão pela música já estava em seu coração. Seus pais gostariam que ele fosse médico, mas em nenhum momento deixaram de incentivar a vocação do filho.


quinta-feira, 12 de junho de 2008

Festa funk-soul-afro

nomo.jpgCom um revival do soul puxado pelo sucesso de Amy Winehouse, muita coisa relacionada a essas sonoridades está vindo à tona. Não só cantoras talentosas na Inglaterra e nos Estados Unidos, mas também grupos muito bacanas que se dedicam à música instrumental - e isso está definitivamente longe de qualquer coisa parada ou monótona, como alguns podem pensar.

O grupo de Michigan Nomo é um desses exemplos. Composta por nove integrantes, a banda ocupou uma tenda pequena na ampla área do Bonnaroo e deixou o lugar parecendo um salão de baile compacto. Eles misturam jazz, soul, funk e música africana nos detalhes de um jeito bem dançante e percussão pesada.

A tenda é destinada para assistir a apresentações sentado, mas o líder Elliot Bergman pediu para todo mundo sair da cadeira e tratar de dançar. O que deixou o show muito mais interessante e com uma vibração marcante no espaço. .

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